sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Polícia Civil e Militar deflagra Operação Ave de Rapina e prende Pato do São João da Escócia suspeito de tráfico e roubo de cargas


A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, na tarde desta quinta-feira (30/01/2026), a Operação de Polícia Judiciária (OPJ) “Ave de Rapina”, com o objetivo de combater crimes de tráfico de drogas, roubo de cargas, porte ilegal de arma de fogo e receptação dolosa na região do Agreste.


A ação foi coordenada pela 7ª Delegacia de Polícia de Repressão ao Narcotráfico (7ª DPRN), vinculada à DIRESP/DENARC, sob o comando do delegado Eymard Coutinho, com apoio do 1º BIESP.

Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva contra Josemar Francisco da Silva, conhecido como “Pato”, apontado como alvo prioritário da investigação. O suspeito ainda foi preso em flagrante delito.

Material apreendido

Com o capturado, os policiais encontraram:
01 pistola calibre .40 pertencente à PMPE
03 carregadores com brasão da PMPE
27 munições
01 porção de maconha
01 veículo Hyundai HB20
01 aparelho celular

Investigações

As investigações tiveram início em dezembro de 2025, após informações de que o suspeito estaria envolvido em tráfico de drogas, homicídios e roubos de cargas, incluindo uma carga avaliada em aproximadamente R$ 800 mil. Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva e pelas buscas domiciliares em três endereços ligados ao investigado.
Contra “Pato” também havia um mandado de prisão preventiva em aberto, expedido em 16 de fevereiro de 2026, pelo crime de porte ilegal de arma de fogo.

Considerado indivíduo de alta periculosidade e com extensa ficha criminal, o suspeito estava escondido na zona rural de Brejo da Madre de Deus, comarca onde os mandados foram expedidos e cumpridos de forma rápida e eficiente.

Operação integrada

A operação contou com a participação de 20 policiais civis e militares. Após os procedimentos legais, o preso foi encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça que ações como a Operação Ave de Rapina fazem parte do enfrentamento contínuo à criminalidade organizada no Agreste pernambucano.

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