Elas traficavam na comunidade de São Miguel, em Afogados, na Zona Oeste da capital.
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Pacote de maconha apreendido com mãe e filha tinha marca 'rainha da fronteira', com imagem de mulher plantado a erva — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Uma idosa de 75 anos, conhecida como “vovó do tráfico” e a filha dela, de 40 anos, foram presas vendendo drogas no Recife. Uma marca em um pacote de maconha encontrado com as duas chamou a atenção da polícia. Havia uma figura de uma mulher plantando a erva com a frase “rainha da fronteira".
Segundo a Polícia Civil, mãe e filha, que não tiveram nomes divulgados, vendiam maconha na comunidade de São Miguel, em Afogados, na Zona Oeste da capital.
Com elas, os policiais apreenderam um pacote de maconha e 281 pequenas porções do entorpecente, prontos para serem vendidos. Também foram encontrados material para embalagem e uma capa de colete balístico (veja vídeo abaixo).

Maconha e capa de colete balístico foram apreendidos com 'vovó do tráfico' e filha dela
Em entrevista coletiva concedida nesta quinta (2), na sede da Polícia Civil, no Centro do Recife, o delegado Igor Leite contou como foi feito o flagrante de mãe e filha. O policial afirmou que as duas confessaram o envolvimento no tráfico.
A operação foi montada a partir de denúncias de que havia duas mulheres vendendo maconha em uma casa no bairro de Afogados.
"A droga ficava dentro da casa da idosa. No portão, a filha tirava a maconha da bolsa e entregava para os clientes, que iam a pé ou de carro", afirmou.
Ainda de acordo com a polícia, a idosa ficou conhecida como "vovó do tráfico" e, há um mês, estava traficando com a filha na região.
Igor Leite disse que elas trabalhavam para uma facção de traficantes locais e que a marca encontrada no pacote de maconha permitiu que polícia descobrisse a origem do entorpecente.
Sobre a capa de colete balístico, o delegado informou que o equipamento seria usado para se defender de possíveis ações de grupos rivais.
As duas mulheres foram encaminhadas para audiência de custódia. A Justiça vai decidir se elas ficarão presas ou se responderão em liberdade.
Por g1 PE










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